Rapariga, Mulher, Outra


terá de passar horas ao telefone a ouvir a mãe lamuriar-se
porque ela é a psicóloga da mãe, sempre foi e sempre será
é esse o fardo dos filhos únicos, pior ainda se forem raparigas
que, por natureza, são mais de cuidar.

de Rapariga, Mulher, Outra, Bernardine Evaristo

Não sei porque demorei tanto tempo a pegar neste livro, talvez por ser pesado e me doerem os braços, tomo decisões baseadas em pequenos nadas como este, ridículo. É um livro cheio de humor e compaixão, que mostra a diferença apontando para o que é comum. Devia ser obrigatório, acho que já disse isto demasiadas vezes sobre demasiados livros. Tenho cada vez mais dificuldade em falar de livros de que gostei muito, devia usar um ranking com estrelinhas eu sei, olhem, vale um leitão, um presunto, uma travessa de ameijoas e 2 sapateiras com torradas com manteiga.

3 pensamentos sobre “Rapariga, Mulher, Outra

  1. O leitão eu passo, mas as sapateiras, ui!
    :-)
    Continue a mostrar-nos os seus livros, SJ, é sempre tão bom “degustá-los” assim, nem que seja um bocaidnho só.
    Um beijinho.

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