Sim, eu sei que estou cheia de nervos.

Aqui vai uma linkada valente para eu poder fechar estas tabs todas que tenho abertas e me estão a stressar.

Se as gajas escrevessem à homem: sim, é para rir. Muito.

Eu já fiz esta experiência e confirmo que não se desviam.

Os professores, animadores, assistentes sociais e tias solidárias e caridosas que “querem dar um futuro aos meninos”, mas só se for como cabeleireira ou electricista. Desde miúda que assisto a isto, ninguém fomenta nos miúdos a vontade de ser médico, astronauta, arquitecto, aviador. Eu vi colegas com pais ricos a passarem de ano com o dobro das negativas de miúdos que moravam nas barracas e que chumbavam. Nojo.

Depois do artigo sobre como os smartphones estão a dar cabo dos cornos aos miúdos aqui está outro de resposta que também está bom sim senhora.

Não me venham com essa conversa que trabalhar fortalece o carácter e não sei quê, que o trabalho é um objectivo em si, a merda é que é, só na medida em que te dá dinheiro, se não precisasses de dinheiro eras tu que ias trabalhar a esvaziar caixotes do lixo, não eras?

Eu às vezes também me sinto assim mas no meu caso é mais tiny white old men

Quando demoras 40 anos a chegar onde outros demoram 15 porque tens uma cenaita e “não foste descoberto”, enfim

Pão e circo, açúcar e facebook, whatever, mas “ai não se não fossemos nós morriam todos à fome”, tá bem abelha.

Eu gosto muito do Martin Amis mas não devia, eu sei, mas uma vez o meu professor de estética explicou-me que não havia mal nenhum em gostar de saladas de agrião muito azedas por isso estou de bem comigo mesma. Quase, vá.

(não me lembro onde é que fui buscar estes links, tinha as tabs abertas e já não sei de onde vieram, as minhas desculpas. Se ficaram ofendidos por isso, podem ir para o caralho, mas vão sozinhos, que eu não tenho gasolina.)

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3 pensamentos sobre “Sim, eu sei que estou cheia de nervos.

  1. (Só deixei de stressar com as tabs abertas de coisas lidas que queria guardar para referência futuro sem ter mil e uma bookmarks diferentes no meu browser – e nas quais me perdia – quando descobri o Instapaper.
    Mas eu não tinha um blog. Que venham muitas linkadas valentes!)

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  2. No tempo em que tentei usar o pocket, não havia a possibilidade de arrumar os artigos em folders (o que no meu caso significava que continuava tudo desarrumado).

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